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Assinatura eletrônica ou digital: qual é a opção mais segura?

Sabe-se que o manuseio de documentos impressos atrapalha a produtividade de companhias e gera diversos prejuízos – já que, de acordo com uma pesquisa do International Data Corporation (IDC), cada funcionário dedica em média 12 horas semanais ao gerenciamento de formulários, que podem custar até US$ 220 às organizações se extraviados (somados a US$ 20 de arquivamento e US$ 120 em caso de procura por erros).

Felizmente, soluções digitais reduzem significativamente tais impactos – capazes de contemplar até mesmo assinaturas, que não precisam mais serem feitas com caneta em papel. Assinaturas eletrônicas, no Brasil, são amparadas por lei, mais especificamente pela Medida Provisória nº 2.200-2, de 24 de agosto de 2001. Caso sigam as normas da Infraestrutura de Chaves Públicas (ICP) – sistema nacional de certificação digital –, possuem a mesma validade de um documento assinado fisicamente e com firma reconhecida em cartório, dispensando deslocamentos e os custos associados aos processos. 

Um exemplo comum da simplicidade que proporcionam é demonstrado através de funcionalidades presentes em muitos editores de arquivos em PDF, que, por meio de plataformas específicas, garantem a validação de arquivos em poucos cliques. Ainda assim, uma dúvida é bem comum: dentre os modelos de assinatura eletrônica ou digital, qual é a opção mais segura?

#50.1Assinaturas digitais ou eletrônicas? Qual é a diferença? Fonte: Shutterstock

Assinatura eletrônica ou digital: entendendo as diferenças

Apesar de ser comum a utilização de ambas como sinônimos, tratam-se de termos diferentes, que vão muito além da simples digitalização – como escanear um papel assinado com caneta. Sendo assim, confira abaixo as características de cada um dos métodos:

  • Assinatura eletrônica: todas as formas de subscrição que utilizem os meios computacionais para confirmação, como assinatura digital, digitalizada, por reconhecimento de IP, token, biometria, login e senha
  • Assinatura digital: um dos mais seguros tipos de assinatura eletrônica, valendo-se de criptografia assimétrica (que expressa um conjunto de arquivos com códigos matemáticos) e praticamente inviolável, já que apenas o proprietário tem a chave de codificação

A opção mais segura de assinatura eletrônica, portanto, é a digital, sendo os principais benefícios:

  • Menor vulnerabilidade a estragos, como perdas e rasuras
  • Maior controle de acesso
  • Redução de custos
  • Agilidade
  • Mobilidade
  • Fácil armazenamento

Segurança em primeiro lugar

Assim como não se recomenda o envio de dados pessoais por qualquer meio, os documentos digitais e as chaves de assinatura também seguem essa orientação. Logo, o respeito às boas práticas de segurança cibernética exerce papel crucial nesse contexto.

Após definir onde serão armazenados os arquivos, fazem parte dos processos ações como criar sistemas de segurança, utilizar criptografia naqueles de uso esporádico e prestar atenção a privilégios de acesso. Além disso, o uso de recursos baseados em inteligência virtual é orientado a casos mais sensíveis.

Lembre-se de que isso vale tanto para os famosos PDFs quanto para quaisquer outros tipos de arquivos em que as assinaturas eletrônicas sejam aplicadas.

#50.2Práticas conjuntas aprimoram a proteção. Fonte: Shutterstock

No mais, manter a integridade dos equipamentos em que os documentos são manuseados faz toda a diferença, assim como a presença de um bom antivírus preparado para todo tipo de ameaça. 

Soluções domésticas e empresariais da Avast, como o Avast Ultimate, estão disponíveis justamente para ampliar as facilidades da tecnologia com a proteção necessária a todos os públicos.

Fonte: Avast